I have a tale to tell.

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    Desabafo 03 - Perdão e Afastamento

    Estou precisando desabafar mais uma vez. Tenho dificuldade em falar para as pessoas certas coisas que eu sinto, e escrever me dá um pouco mais de encorajamento para isso.

    Sei que ninguém lê o que eu posto aqui, e isso até me dá uma certa segurança em falar algumas coisas. E estes desabafos não são indiretas, portanto, não tenho o intuito de que alguém específico leia, pois são apenas desabafos para aliviar alguns fardos que carrego nos ombros.

    Hoje o que eu vou desabafar, não é algo passageiro, nem sobre um fato isolado que aconteceu comigo. É um sentimento que carrego comigo desde sempre, desde que entendo alguma coisa na minha vida. 

    Eu sou uma pessoa muito insegura, reprimida em algumas coisas, e muito carente. E desde sempre fui assim, em função das várias coisas que aconteceram comigo no passado, desde a minha infância. Antigamente eu me culpava por ser assim, hoje, aos 26 anos de idade, vejo o quanto esses acontecimentos da minha vida foram moldando essa minha personalidade submissa e insegura.

    O motivo por isso tudo, é uma única pessoa. Alguém que está ligado a mim biologicamente. Essa pessoa não é de todo má, mas ao mesmo tempo, nunca foi tão boa assim. Não sei se sem querer ou de propósito. Só sei que essa pessoa tornou minha vida muito triste, solitária e amarga durante muito tempo.

    Antigamente eu tinha muitos sentimentos confusos sobre essa pessoa: de ódio, de revolta, de vingança, e muitos outros sentimentos ruins. Hoje, posso dizer que já superei tudo isso, e que do fundo do meu coração eu consegui perdoar esse ser que me causou tantos males que até hoje perduram de alguma forma dentro de mim. 

    Alguns podem dizer que isso não é perdão; que guardar más lembranças significa que o perdão não foi verdadeiro. Eu não vejo assim dessa fora. Perdoar, não é “passar a borracha”  como muitos dizem. E se for, passar a borracha no papel pode até apagar a escrita, mas ainda permanecem os sulcos da escrita anterior, e se você escrever de novo por cima, as escritas sairão falhadas por conta destes sulcos. Então, o perdão pra mim, não é relacionado ao esquecimento. Não há como esquecer certas coisas, pois o perdão não apaga memórias, apenas acalenta sentimentos ruins, e ajuda você a seguir em frente sem sentimentos pesados. Prefiro não passar a borracha e continuar escrevendo na continuidade do livro, pois o que há a ser escrito ainda pode ser mudado, mas nada muda o nosso passado.

    Depois do perdão, veio o afastamento. Não um afastamento forçado, um afastamento natural. Acho que faz bem pra gente dar um tempo para os sentimentos se acalmarem.

    Só que agora, essa pessoa vem tentando aproximar-se de mim novamente: por emails, por mensagens, por visitas. Eu não sei se isso é bom, pois de alguma forma isso me angustia e me faz mal. Não quero o mal dessa pessoa, de forma alguma. Só quero que, agora que estou em paz sobre o meu passado, eu permaneça em paz, sem ruídos. 

    Eu só quero ficar em paz, apenas perto das pessoas com que eu escolhi amar e estar perto. Não quero ser forçada a gostar de alguém só porque sou “sangue do seu sangue”. Eu não consigo forçar esse sentimento. Não quero o mal, na real quero que essa pessoa seja feliz, mas feliz na dela, e eu aqui feliz na minha.

    — 4 months ago with 1 note

    Puta que pariu!

    typeworship:

    Typographic Brooklyn Bridge

    Cameron Moll is reimagining the Brooklyn Bridge designed entirely with type. The project which has taken three years is his third print produced in this way. Constructed from the letters of typefaces designed during the same period as the bridges’ construction, Cameron chose Antique Triple Extra Condensed and German blackletter, Fetta Gotish in honour of Architect John Roebling’s German heritage.

    There are some lovely details, hidden in the brickwork of lettering are John Roebling’s name, that of his son, Washington, who took over as chief engineer, and the sir names of those who died during its construction.

    Cameron’s raising money on Kickstarter to have the print letterpressed in two colours (picked with a Pantone swatch held to the bridge). So far he’s raised five times the target.

    The final artwork will be 24”×16”, printed on Crane Lettra Pearl.

    (Source: kickstarter.com)

    — 6 months ago with 1161 notes

    Régine <3 <3 <3 

    (Source: sassbenders, via djwindows95)

    — 6 months ago with 176 notes
    Art 101: Artists you should know

    Art 101: Artists you should know

    (Source: eatsleepdraw)

    — 6 months ago with 7810 notes

    beautifultype:

    Several typographic murals made by Jaymie McAmmond for Starbucks.

    — 6 months ago with 825 notes